Por que as bolsas americanas fecharam 2022 no vermelho?

O ano de 2022 não terminou bem para as bolsas norte-americanas e por quais motivos?

Os três principais índices de Wall Street encerraram o período com as maiores perdas anuais desde a crise financeira de 2008: o S&P 500 recuou 20%, enquanto o Dow Jones caiu 9,40% e o NASDAQ regrediu em mais de 33%. As empresas do ramo da tecnologia foram as mais afetadas pelo cenário macroeconômico.

Este panorama se deu porque, após o esfriamento da economia devido a pandemia do covid, governos estimularam o consumo, gerando um aumento na demanda maior que a produção, consequentemente, os preços aumentaram, gerando inflação. Para combater o cenário, foi necessário aumentar os juros para controlar a alta dos preços.

Apesar das especulações, o consenso sobre até onde o Federal Reserve precisará elevar a taxa básica de juros ainda não existe entre os investidores, mesmo a inflação começando a dar sinal de enfraquecimento no último mês do ano. Essa medida de controle de preços afeta empresas em crescimento e em suas dívidas, pois o custo para investimento passa a ser mais caro .

Tamanha queda no desempenho das bolsas só ocorreu cinco vezes em vinte e cinco anos, porém, a boa notícia é que os anos seguintes a esses momentos se mostraram promissores, revertendo positivamente o cenário, vide gráfico logo abaixo.

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Todo mundo tem medo da inflação

A manutenção da Selic em 13,75% ao ano, de acordo com a última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), é um dos motivos pelos quais a bolsa de valores brasileira iniciou o mês de outubro em alta. Essa decisão sinaliza o início do fim do aumento da Selic.

No Brasil o pico da inflação foi em abril de 22 e hoje segue em patamares menores, o que, aparentemente, sugere que está conseguindo dominar a alta dos preços. Isso permitiu ao BC acenar para o mercado com o provável fim do ciclo de altas – ao manter a Selic em 13,75% na última reunião do Copom – primeira manutenção da taxa desde março de 2021 (quando as altas começaram para combater uma inflação ainda nascente, de 6%).

Você sabia que a variação juros  impactam as ações? Conheça as três principais frentes que sofrem algum tipo de impacto em consequência dessa taxa. 

 

Impacto na economia

A economia começa a apresentar um cenário de recuperação. O seu recente freio, anterior ao momento atual, se deu porque o Banco Central estava em ciclo de alta da taxa básica de juros para esfriar a inflação. Porém, consequentemente, a economia também é freada. Esse aumento dos juros básicos encareceu o crédito para desacelerar a demanda por bens ou serviços com o intuito de diminuir a pressão sobre os preços.

 

Desempenho da Bolsa de valores

O preço justo das ações também sofrem variação nesse cenário. Com a alta da taxa de juros, o valor do dinheiro ao longo do tempo se torna um fator mais decisivo quando o assunto é o valor final do preço da ação. Ou seja, quanto mais a taxa de juros cresce, mais o valutiation é afetado negativamente. 

 

A renda fixa

Outro âmbito afetado pelos juros são os investimentos em Renda Fixa. Com o constante aumento da Selic e seu atual valor em 13,75%, os investimentos em Renda Fixa pós-fixados são ótimas opções disponíveis, uma vez que o seu rendimento acompanha um indicador como a Selic, o IPCA ou o CDI. No momento em que essa mesma taxa deixar o ciclo de alta com perspectivas futuras de queda, as oportunidades de investimentos passam a ser a Renda Fixa pré-fixada, pois o investidor já determina quanto irá receber quando a taxa de juros ainda é alta.  

 

Com essa mudança no cenário, você já sabe onde investir o seu capital? Na Philos Invest, você conta com um time especializado que apresenta as melhores opções para que o seu investimento traga o resultado que você espera. Entre em contato através do link na bio.

Inflação e desaceleração global

Após o processo de retomada da atividade econômica global com a mobilidade social crescendo e o mundo com o excesso de dinheiro na economia, as cadeias produtivas deram sinais de que a oferta estava aquém da demanda. A escalada dos preços é o resultado do grande aumento da inflação mundial.

 

 

Dessa forma, olhando para a situação no mundo e principalmente no Brasil, o Banco Central brasileiro inicia em 2021 o ciclo de alta de juros. Hoje, em 2022, com esse ajuste monetário próximo ao fim, já se observa um arrefecimento da inflação com dados mais recentes, sinalizando uma deflação. Olhando a atividade econômica brasileira, o PIB já passa por revisões para cima, podendo fechar o ano com crescimento entre 1,5% e 2%. Ou seja, enquanto o mundo inteiro apresenta desaceleração econômica e inflação alta, o Brasil sinaliza operação econômica mais forte, se destacando globalmente.

 

E o que esperar para os investimentos?

Espera que com dados mais baixo de inflação, o mercado inicie a redução dos juros, o que poderá resultar bons fluxos em renda variável e, com isso, novas oportunidades de investimentos, inclusive, para você.

 

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Rússia x Ucrânia: após duas semanas de guerra

A guerra entre Rússia e Ucrânia completou duas semanas e além do inevitável, que é o próprio conflito, as perdas humanas e a destruição em progresso do país, o seu desdobramento traz para o cenário da economia global impactos como a possível escalada do preço do petróleo.

 

Na tentativa de aumentar a pressão sobre Vladimir Putin e arrefecer sua máquina de guerra, o presidente americano Joe Biden impôs uma nova sanção que proíbe a importação de petróleo Russo por parte dos EUA. Como a Rússia é um dos maiores produtores de petróleo do mundo, se outros países do ocidente decidirem acompanhar a decisão do governo norte-americano, o que pode ocorrer é uma diminuição na exportação de quase 7 milhões de barris de petróleo diariamente, o que representa uma média de 10% do volume mundial.

 

Como consequência natural da redução da oferta, significa uma nova disparada no preço da commodity, que já está nos patamares mais altos dos últimos 14 anos, próximo aos US$ 130 por barril.

 

Mas e como isso afeta os seus investimentos?

O Brasil tem alta dependência da sua malha rodoviária e o aumento do petróleo provocará maiores preços dos combustíveis e, em decorrência, impactará a inflação. É possível que o banco central brasileiro defina novos aumentos para a taxa de juros além do previsto na tentativa de conter esse crescimento da inflação e desacelere o reaquecimento da economia. Nesse cenário, os títulos de renda fixa ficam ainda mais atrativos com taxas de 14% ao ano ou diretamente atrelados à inflação. Para saber como se proteger e até se beneficiar das novas oportunidades frentes a nova dinâmica global, entre em contato com um dos assessores da Philos Invest.

Rússia x Ucrânia: impactos nos seus investimentos

Os diversos impactos ocasionados pela invasão da Rússia à Ucrânia vão além das perdas humanas, afetando também a economia mundial. Quedas expressivas nas bolsas de valores, altas generalizadas do dólar e escassez de produtos como petróleo e grãos, são alguns dos efeitos relacionados ao cenário de guerra entre Rússia e Ucrânia.

E o mercado nacional brasileiro tem impacto?

Neste circunstância, a economia brasileira não estará imune às tensões no leste europeu. Com a disparada do sentimento de aversão a risco, é esperado que os investidores busquem segurança em moedas fortes, como o dólar. Esse movimento pode resultar em uma expressiva desvalorização do real – o Ibovespa vinha se recuperando, acumulando ganhos de 6,85% no ano, até o pregão de quarta-feira (24).

Ainda não é possível saber se o Brasil sofrerá apenas uma correção ou uma queda mais forte. Os países produtores de matéria-prima, como é o caso do Brasil, podem sofrer o efeito contrário. A Rússia é referência em alguns insumos, como gás natural, trigo e petróleo, assim como a Ucrânia, que é destaque na agricultura, responsável hoje por mais de 10% da produção mundial de trigo. Com a guerra, é esperada uma interrupção nas cadeias produtivas e, por consequência, uma alta nos preços das commodities. Neste cenário, a B3 pode acabar se beneficiando, sendo um destino seguro para esses investidores.

Já os ativos de empresas do setor de construção, que dependem mais da taxa de juros, de varejo ou as techs, que performam pior em momentos de aversão ao risco, devem sofrer mais.

Os efeitos sentidos pelas potências globais também vão se refletir aqui. O contágio da inflação, em especial, pode forçar o Banco Central americano ao aumento mais acentuado da taxa de juros num ambiente econômico fragilizado e endividado.

E nós investidores, o que devemos fazer?

Esse não é o momento de decisões tempestivas, mas sim de acompanhar os acontecimentos bem como as suas consequências.

Se a carteira do investidor está formatada de acordo com as métricas de aplicação, considerando o seu perfil, metas, aversão ao risco e diversificada com aplicação não correlacionadas já é um bom ponto de estruturação e segurança. Procure o seu assessor e avalie suas opções aplicadas atuais.  Ter na carteira opções de renda fixa que são atrelados à inflação, à taxa de juros , ativos sujeitos a variação cambial e até o ouro podem contribuir na proteção a incertezas do mercado.

Bons investimentos e vamos acompanhando esse trágico evento internacional.

Inflação será grande adversária da economia em 2022, mas há opções de ganhos

Papéis lastreados pelos índices inflacionários são o foco para investimentos nesse ano
Preparado para os desafios de 2022 no mercado financeiro?

Um fator que movimentará os setores da economia é a inflação: a grande vilã, que mexe nos preços e serviços – e que corroe o nosso poder de compra – promete ser protagonista no novo ano. Com o acumulado em 12 meses (até novembro de 2021), alcançando os dois dígitos (10,74%), ficou ainda mais desafiador fazer o patrimônio render acima dela.

Segundo parte dos analistas, a “inércia inflacionária” pode responder por quase metade do índice esperado para 2022 – Banco Central estima 4,7% e mercado 5,03%. O que significa isso? É a alta de preços atual baseada na inflação passada. Por exemplo: reajuste de preços que são baseados nos índices inflacionários, como IPCA, IGP-M, entre outros. Energia, aluguéis e concessionárias públicas estão nesse bolo. Temos uma pressão maior na subida de preços e a economia segue duramente afetada pela pandemia da Covid-19.

Entretanto, há sim possibilidades de ganhos. É preciso estar atento às oportunidades em qualquer cenário de crise. E uma opção que surge na fase atual está ligada justamente à inflação: são os papéis atrelados aos mesmos índices que castigam os preços e serviços.  O IPCA – que, no Brasil, funciona como índice oficial da inflação – lastreia alguns papéis do Tesouro Direto. Além da correção, o TD ainda paga uma taxa fixa durante o período que você mantém o capital na aplicação. Importante lembrar que, para evitar perdas, deve-se respeitar o prazo escolhido para o resgate do montante. Há opções do TD que pagam juros semestrais, se a sua intenção for complementar a renda.

Com a subida vertiginosa da SELIC – que iniciou 2021 a 2% e terminou em 9,25% –, aplicações como os CDBs ficaram mais atrativas, embora, no geral, ainda percam para a inflação. E com o aumento da taxa básica de juros, somado à desconfiança do mercado externo com a nossa política doméstica, a Bolsa do Brasil (B3) sofreu desvalorização – o que, aos olhos dos investidores de perfil mais agressivo, a tornou um bom investimento dado o baixo preço de ações de grandes empresas, como bancos e telecons.

Perfil, risco e prazo norteiam as oportunidades que o mercado apresenta. Você conhece o seu perfil? Faça o teste no nosso site e encontre, com a nossa assessoria, as melhores opções de investimentos pra você.

Desdobramentos após a divulgação da nova taxa de juros

Nesta “super quarta-feira”, tivemos duas reuniões que podem gerar novas oportunidades para o investidor. Aqui, no Brasil, o Comitê de Política Monetária (COPOM) do Banco Central, decidiu por aumento de um ponto percentual na taxa SELIC, nova taxa de juros, elevando o índice para 6,25% ao ano. Com esta decisão, o COPOM tentará conter a inflação com um incremento na taxa básica de juros, que norteia as operações de crédito e financiamentos, por exemplo. Já nos Estados Unidos, o Federal Reserve (FED), o Banco Central norte-americano, manteve a taxa básica de juros inalterada, entre 0% a 0,25%.

E quais são os desdobramentos dessas decisões?

 

Em relação à SELIC, a tentativa do Banco Central é colocar um freio na inflação. Com a taxa mais alta, a tendência é diminuir o ímpeto dos consumidores e, com isso, diminuir a pressão inflacionária. A expectativa do mercado é que 2021 termine com 8,5% de inflação. Ao analisar as opções no mercado financeiro, a renda fixa acaba chamando mais a atenção dos investidores. Com o aumento da SELIC, essas opções se tornam mais atrativas, como os CDB´s, Letras de Crédito e o Tesouro Direto. Todos eles são impactados diretamente e passam a remunerar melhor quem deseja ir por esse caminho. Aliado a isso, a maior estabilidade desses investimentos acaba sendo uma opção mais segura.

E a decisão do FED em manter a atual taxa básica de juros entre 0% e 0,25%, como ela impacta o nosso mercado?

 

Em um primeiro momento, teve uma ação positiva no Ibovespa, principalmente, por sinalizar que os incentivos à economia americana continuarão, pelo menos, até novembro. Em resposta a isso, a Bolsa fechou nesta quarta-feira em alta de 1,84%. Outro fator positivo é que, com os juros em patamar bem baixo em relação ao Brasil, muitos investidores procuram os rendimentos do nosso mercado, injetando dinheiro na economia brasileira. Entretanto, o FED sinalizou que os juros podem começar a subir no fim de 2022, antes do previsto pelos analistas.

Crise hídrica: como a falta de chuva pode afetar o seu bolso

Vivemos uma das piores crises hídricas da história do país. Com os reservatórios batendo recordes negativos de volume, devido à escassez de chuvas, além de fatores gerenciais, há o risco de faltar água na casa dos brasileiros. Outra grave consequência é de ordem econômica. A crise hídrica pressiona ainda mais a inflação, afetando o bolso da população. Atualmente, a nossa matriz energética conta com a 60% oriundos da força hidrelétrica, altamente dependente das chuvas. E com a falta de precipitação (esse ano tivemos uma queda de quase 60% entre os meses de abril a julho), o ONS (Operador Nacional do Sistema) passa a ser obrigado à acionar as usinas térmicas, movidas a óleo, e por isso com geração mais cara. Esse tipo de ação impacta diretamente na conta de energia, que passa a utilizar a bandeira vermelha (tarifa mais alta). Com isso, a roda da economia sofre o reajuste e repassa ao consumidor, seja a população, ou a indústria e comércio.

Não bastasse isso, o setor alimentício também é diretamente atingido pela crise hídrica. Com a falta das chuvas, a produção de alimentos é reduzida, com perdas para os produtores. Com isso, o produto final chega com valor mais elevado às prateleiras dos mercados, gerando mais pressão na inflação e diminuindo o poder de compra do consumidor. Nos últimos 12 meses, a inflação atingiu 9,68%.

Como se proteger neste cenário?

A inflação destrói o poder de compra do consumidor. Para evitar essa perda, existem opções de investimentos que protegem o seu patrimônio. Há determinados títulos públicos e fundos de investimentos que são indexados aos índices que medem a inflação, como o IPCA, e que ainda remuneram com um taxa específica. Possíveis revisões da taxa de juros, deixam essas opções mais atrativas. Esse fator exige uma postura mais arrojada do investidor que pretende ter ganhos acima dos índices inflacionários.

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Inflação alta: como proteger os seus investimentos?

O IBGE divulgou, nesta quinta-feira, o IPCA para o mês de agosto. O índice ficou em 0,87%, o maior para o período desde 2000. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo é utilizado pelo Banco Central como medidor oficial da inflação, que já acumula 9,68% nos últimos 12 meses. Implacável com o bolso da população, a inflação corrói o poder de compra da moeda e diminui o acesso das pessoas aos produtos e serviços. O preço dos combustíveis foi o principal vilão para o aumento do índice.

Além dos combustíveis, que sofreram com a alta do dólar e da cotação do mercado internacional, outros sete grupos, de um total de nove pesquisados, apresentaram elevação. Com destaque para os transportes, impactados diretamente pelos combustíveis, além de alimentação e bebidas, que ajudaram a impulsionar o IPCA.

 

Como o investidor pode se proteger neste cenário?

 

Existem opções que ajudam o investidor a se defender da alta da inflação. Como àquelas indexadas à inflação e que ainda remuneram com um taxa específica, como alguns fundos de investimentos e títulos públicos. Esse tipo de investimento ajuda a manter o poder de compra ao longo do tempo. Neste momento, como a taxa básica de juros ( SELIC) está menor do que a inflação, em 5,25% (a.a), as opções mais conservadoras não são tão interessantes. Dessa forma, uma carteira com um determinado percentual de risco, pode ajudar a render acima da inflação.

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Tensão no Afeganistão: a economia do Brasil ou do mundo pode ser afetada?

As primeiras análises indicam que a ligação do Afeganistão com os mercados não é forte. O país tem uma economia pequena, sem relevância internacional em qualquer setor e possui poucas empresas globais em seu território. O pior impacto seria na integração regional, mas tradicionalmente os países já evitam passar com seus projetos de infraestrutura por lá, em virtudes das tensões vivenciadas desde 2001.

Contudo, será preciso reavaliar as ameaças de terrorismo: se os grupos terroristas puderem se desenvolver no Afeganistão, criando conflitos no oriente médio, o aumento da volatilidade dos mercados será uma das consequências.

Outro ponto que também preocupa os analistas na retomada do poder pelo Talibã é a pressão que se cria sobre os EUA. A avaliação é que o ocorrido expõe falhas nas decisões da Casa Branca – o que reforça uma das principais dúvidas do mercado mundial: pode a China assumir o lugar dos Estados Unidos como superpotência global?

Os agentes financeiros ainda estão digerindo os impactos da nova situação. Entretanto, se ganhar força, no médio prazo, a tese de que os chineses se sobreporão ao americanos, os ativos dos EUA podem ser prejudicados. Já os títulos da China podem ser favorecidos, enquanto as tensões no Oriente Médio pressionam também o petróleo e os títulos da Rússia.

E você, investidor, o que deve fazer diante deste novo cenário?

Acompanhar. Qualquer decisão agora pode ser precoce. Precisamos aguardar mais desdobramentos para que rebalanceamentos com seus recursos ocorram de forma assertiva, e não intempestiva. Lembrando que a melhor forma de proteger seu patrimônio de crises e volatilidade dos mercados é ter sempre uma carteira de investimentos diversificada. Mitiga-se o risco de qualquer portfólio ao montá-lo com diferentes ativos e estratégias. Além das tradicionais classes renda fixa, multimercado e renda variável, aplicar  em opções alternativas e ter alocação com foco no exterior. É o que te permite, em situações como essa, acompanhar os movimentos sem desespero para a tomada de decisões.

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