Qual a melhor estratégia para a compra e venda de uma ação?

Decisões calculadas no momento da compra e venda de uma ação na bolsa de valores: O investidor que habita em você pode preferir uma montanha-russa de emoções ou um passeio agradável. Autoconhecimento é uma mina de ouro na hora de aplicar seu dinheiro. Se conhecer pode mudar o jogo e dar uma visão cirúrgica de até onde você está disposto a se arriscar ou esperar para a tomada de decisão.

Você conhece as estratégias Timing the Market (momento de mercado) e Time in the Market (tempo no mercado)? É importante buscar refletir e entender qual a estratégia adequada para o seu perfil, o que esperar e como lidar emocionalmente com as mudanças de clima no mercado.

O timing the market consiste em tentar prever o momento certo para comprar e vender ações, se baseando em notícias, análises, indicadores técnicos e eventos econômicos. Tentando sempre estar à frente das tendências mercadológicas, o objetivo é otimizar os lucros e evitar quedas nos rendimentos.

Mas não se engane, essa estratégia demanda muito conhecimento, e até para os mais experientes ela não deixa de ser arriscada. É como marcar de ir à praia sem verificar a previsão do tempo, apenas observando o clima. Pode ser que você se depare com sol ou com chuva.

Já o time in the market é uma estratégia mais segura. Basicamente, o investidor se dedica a rentabilizar seus investimentos a longo prazo, independentemente do atual momento de mercado, mantendo-se firme e calmo nas flutuações. É para quem busca se beneficiar dos retornos médios do mercado ao longo do tempo.

Qual a melhor opção para seguir?

Antes de escolher, cada investidor deve considerar seu perfil de risco, objetivos financeiros e tolerância ao estresse ao escolher entre essas estratégias. É importante lembrar que diversificação e uma abordagem de longo prazo geralmente são elementos chave para o sucesso do investimento, deixamos aqui um termômetro comparativo entre as duas:

Tabela comparativa

Não há resposta certa ou errada, cada investidor deve considerar seu perfil de risco, objetivos financeiros e tolerância ao estresse ao escolher entre as estratégias. Portanto, se você está começando a se aventurar nos mercados financeiros, deve escolher a abordagem que lhe fornecerá as melhores chances de sucesso. Além disso, para ter mais segurança, conte com a nossa equipe para entender melhor o seu patrimônio e ter a tranquilidade necessária na sua jornada pelos investimentos.  

Títulos IPCA+: Motivos para investir

E agora, O seu patrimônio financeiro está protegido contra a alta dos preços?

O seu poder de compra é o mesmo de 5 anos atrás?

 

Se a sua resposta foi não para as duas perguntas, está na hora de dar mais atenção para o seu dinheiro. Mas você sabe o motivo?

 

A inflação é um dos principais temas quando o assunto é economia. Frequentemente, acompanhamos nos noticiários o aumento do preço dos produtos de consumo, que impacta diretamente no custo de vida e no poder de compra. Desde 2020 vivemos a intensificação desse movimento, após a pandemia Covid-19.

O aumento constante dos preços não só limita a sua decisão de compra, como também o valor do seu patrimônio financeiro. Por isso, para te orientar a tomar decisões mais assertivas sobre ativos disponíveis no mercado e que se tornam mais necessários em períodos como esses, trouxemos aqui informações valiosas sobre Títulos IPCA+, que têm como principal indexador o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

 

Em períodos de inflação alta, não deixe o IPCA+ fora da sua carteira!

 

Títulos IPCA+: Oferecem rendimentos que acompanham a inflação medida pelo índice IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), usado para medir a inflação e o custo de vida no país.

Rendimento: É composto pela taxa prefixada e a variação do IPCA.

A taxa prefixada é o percentual fixo de rentabilidade, definido no momento da compra do título, inalterado durante todo o período de aplicação.

E o IPCA é o índice que é usado para observar tendências da inflação. Ou seja, é calculado com base no preço médio necessário para comprar um conjunto de bens de consumo e serviços num país, comparando com período anteriores.

 

Por quê investir nesse título?

 

Os títulos IPCA+ oferecem um retorno acima da inflação, ou seja, o investidor pode esperar ganhos reais ao longo do tempo com a tendência de elevação da inflação, já que os rendimentos são corrigidos por ela.

 

Quais são os riscos?

 

Risco de Perda de Valor: Como o valor de mercado de um título IPCA+ é afetado pela inflação, uma queda na inflação pode levar a queda do valor dos títulos.

Risco de Taxa de Juros (marcação a mercado): Os investidores estão sujeitos ao risco de taxa de juros. Se a taxa de juros aumentar, o valor dos IPCA+ pode cair. No entanto, caso os títulos sejam levados ao vencimento, o ganho será o contratado no momento da compra do título.

Risco de Crédito: Os IPCA+ podem ser emitidos pelo Governo, Bancos e Empresas Privadas e o risco de cada emissor deverá ser avaliado individualmente.

 

Faz sentido?

Quer conhecer as opções de Títulos IPCA+? Entre em contato diretamente com o seu Assessor. Você ainda poderá pegar mais informações. Aproveite para saber mais sobre todos os benefícios dados pela Philos Invest como sua assessoria de investimentos.

Reserva de emergência: como fazer e a sua importância

O novo corona vírus pegou muita gente de surpresa e a pandemia expôs a importância de se ter uma reserva de emergência para, caso algo dê errado, você conseguir bancar suas despesas mensais fixas por um determinado período e não cair nas dívidas.

É como pagar um seguro – você tem esse dinheiro guardado para se preparar em caso de necessidade. Uma reserva de emergência deve ser o seu primeiro investimento para ter uma vida financeira equilibrada e por isso deve ser feita em ativos seguros e com liquidez.

Confira os passos para você começar a pensar em criar uma reserva de emergência e já está preparado para uma nova situação não esperada.

O que fazer com as despesas mensais?

Coloque no papel suas despesas, por exemplo, com moradia, saúde e família. O ideal é ter o controle e garantir o orçamento em relação ao custo com os gastos essenciais e supérfluos.

É importante compor a reserva para que cubra 3 meses dessas despesas mensais e ela somente deve ser utilizada para esse objetivo.

Se existem dívidas nas suas despesas é importante ter o controle igual para que elas sejam programadas e pagas sem prejudicar o seu orçamento.

Comprar por impulso, evite!

O objetivo não é abrir a mão do consumo, mas consumir de maneira inteligente, cortando tudo aquilo que gera custos e nenhum aproveitamento real na sua vida, pois existem muitos estímulos na sua rotina diária para te atrair e levá-lo a uma nova despesa por instinto, afinidade sem nenhum racional. O ideal é sempre ser objetivo, trabalhar com listas de compras, avaliar se já tem igual ou similar ao que está desejando e se não, se existem opções mais econômicas disponíveis no mercado.

Equilíbrio é tudo, então preserve uma parte da sua receita mensal.

O desafio está em equilibrar as despesas com a sua renda de forma que pelo menos 20% da sua receita possa sempre ser destinado a investimentos. Independente do montante da sua remuneração mensal, será a partir dessa rotina a oportunidade real de você construir a sua reserva de emergência. Esse valor precisa ser tão importante quanto as suas despesas mensais.

Por quê? Porque são os seus hábitos de hoje que podem e devem te permitir acumular para, no futuro, se necessário, resgatar ou partir para uma nova caminhada em novas modalidades de investimentos com foco de longo prazo e não somente para situações inesperadas.

 

Quer conhecer mais sobre investimentos e formas de preservar o seu patrimônio? Entre em contato com um assessor de investimentos da Philos Invest.

Tripé dos investimentos: fatores fundamentais para investir.

Rentabilidade, segurança e liquidez: os três fatores fundamentais dos investimentos. É com base neles que você, investidor, deve guiar suas escolhas de aporte e balanceamento da sua carteira de ativos.

Mas, afinal, o que são eles?

Como eles podem te orientar a tomar decisões mais assertivas?

A gente explica abaixo:

Rentabilidade

É o ganho de capital, bruto e líquido. Normalmente, grandes retornos vêm de investimentos mais arriscados.

 

Liquidez

É a velocidade com a qual é possível sacar o dinheiro de uma aplicação e sem taxas por fazer isso antes do prazo. Se o investimento tem alta liquidez, significa que você pode sacá-lo quando quiser. Logo, é menos arriscado, mas o retorno também é menor. Se o investimento tem baixa liquidez, não permite o resgaste antecipado.

Segurança

Aqui, é preciso deixar claro: não existe investimento 100% isento de riscos. E existem diversos tipos deles: o de mercado, por exemplo, é a possibilidade de oscilações do preços trazerem perdas; o de crédito, a possibilidade de o emissor de um título não honrar o pagamento.

A relação entre eles

Um investimento que prioriza rentabilidade e liquidez, normalmente, é menos seguro. Se você pode sacá-lo facilmente e tem a chance de retornos maiores, logicamente correrá mais riscos.

Já um investimento de alta liquidez e maior segurança tende a ser menos rentável. Afinal, você corre menos riscos e retorno está atrelado a essa tolerância.

Por fim, um investimento com boa rentabilidade e razoável segurança, geralmente, oferece menos liquidez. Uma opção bastante comum para quem está disposto a deixar o dinheiro investido por um longo tempo.

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Agora que você entendeu os elementos que compõem o tripé e como eles se relacionam, é preciso saber o seu perfil de investidor para, então, equilibrar a sua carteira de investimentos com base nesses conceitos.

Quer descobrir qual o seu perfil? Acesse o nosso site e faça uma avaliação gratuita.

BDRs: cinco fatos sobre os certificados

Pergunte aos seus pais: como vocês faziam para investir na juventude? Provavelmente as opções mais tradicionais como caderneta de poupança e imóveis serão as mais citadas, sem a menção de opções de investimentos menos populares e lançados mais recentemente como BDR.

Atualmente, contamos com uma infinidade de produtos financeiros – alguns destes, internacionais. Um deles é conhecido pela sigla BDR (Brazilian Depositary Receipts), que te permite comprar e vender títulos representativos de empresas como Amazon, Google, Apple, Disney, entre tantas outras gigantes mundiais, daqui mesmo do Brasil. Empresas nacionais que abriram capital em outros países também são contempladas pelos BDRs.

As emissões desses certificados – papéis que representam as respectivas ações – são realizadas por instituições brasileiras (depositárias), que têm autorização para operar em mercados estrangeiros e que mantêm a sua custódia. Vantagens como o acesso às grandes corporações mundiais sem muita burocracia são bastante atrativas. Confira abaixo cinco características desse ativo.

 

1 – Acesso às grandes empresas globais

O BDR possibilita você investir um valor mobiliário que representa determinada ação de uma empresa. Você não se torna sócio dessa empresa, mas lucra com o seu desempenho.

 

2 – Atenção à tributação

BDRs não têm isenção do Imposto de Renda, como as ações da Bolsa brasileira (B3) em casos de venda em até R$ 20 mil ao mês (15% em Swing Trade e 20% em Day Trade). Por outro lado, não há cobrança de IOF.

 

3 – Liquidez

As vendas dos ativos e resgates em dinheiro ocorrem em d+2. Entretanto, para a venda e compra em seguida de outros ativos, é permitido realizar a operação no mesmo dia.

 

4 – Praticidade

Anos atrás, era preciso abrir uma conta no exterior e enviar o dinheiro para investir em uma empresa internacional; agora toda o processo ocorre na própria B3. É mais fácil e econômico – você não paga tarifa de remessa do dinheiro.

 

5 – Diversificação

São mais de 600 empresas listadas na Bolsa brasileira (B3) para o seu investimento em BDR.

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Quer conhecer mais sobre opções de investimentos lançadas recentemente para todos os investidores e diversificar mais a sua carteira de ativos? Entre em contato com a nossa assessoria para avaliar o seu perfil e entender as oportunidades alinhadas aos seus objetivos e recursos. Não existe o melhor investimento; existe o seu.

Volatilidade: faz parte de investir!

Quem pensa em investir em Bolsa de Valores precisa ter na cabeça uma palavra: volatilidade. A partir da sua variação o mercado poderá ou não valorizar.

 

E o que isso significa para o investidor?

 

É um dos principais indicadores que influenciam a movimentação da renda variável. Ao mesmo tempo que, o desempenho dos papéis pode propiciar ganhos muito acima das outras opções de mercado, por outro lado é importante levar em conta a instabilidade inerente ao negócio.

Desta forma, podemos analisar o comportamento da bolsa nos últimos 20 anos. Veremos que a média das maiores quedas anuais da bolsa foi de -25,7%, enquanto o Ibovespa subiu, na média, +13,28%. Desde 2000, é possível acompanhar o maior nível alcançado à menor pontuação subsequente do Ibovespa. Também é possível enxergar que, quando calculamos a maior queda em janelas de 12 meses desde 2000, a média das quedas é de -16,1%. Até agora, em 2021, a maior queda do Ibovespa foi de -13,3%, o que não é uma queda insignificativa, mas ainda menor do que a média histórica.

O ponto é mostrar que todo ano a Bolsa sofre alguma correção, e mesmo assim ela subiu mais de 500% desde 2000. Quando se trata de ativos de longo prazo, o importante é manter a disciplina, não se alavancar em um único papel, o que é chamado de “não colocar todos os ovos na mesma cesta”, uma estratégia que ajudar a proteger o patrimônio em caso de intempéries.

A visão de longo prazo é essencial e a sua falta traz ansiedade e em geral é o principal fator de resultados abaixo da expectativa pelos investidores. Temos que ter sempre em mente respeitar o prazo de permanência recomendado pelo seu assessor para cada classe de ativos. O problema da bolsa não é a volatilidade, até porque esse é o fator pelo qual os ativos de uma carteira irão rentabilizar mais no longo prazo.

A disciplina em investir constantemente, somados a um portfólio diversificado e com ativos descorrelacionados (por estratégia e geograficamente), farão a tão sonhada independência financeira chegar mais cedo!!

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Quer saber mais sobre opções de investimentos de renda variável? Entre em contato com a nossa assessoria para avaliar o seu perfil e entender as oportunidades alinhadas aos seus objetivos e recursos. Não existe o melhor investimento; existe o seu.

Prazo e rentabilidade: são importantes para investir?

Investir nem sempre é uma matemática básica, mas existem parâmetros que permitem chegar a uma boa equação. Como o período que pretende manter o seu dinheiro investido. No mundo dos investimentos, o tempo é dividido entre curto, médio e logo prazo. Mais conhecido como horizonte de investimentos, eles não são exclusivos, mas sim, inclusivos e podem atender a cada meta específica do seu planejamento.

 

Qual o prazo ideal para aplicar um recurso?

A resposta é simples, depende. Descubra as melhores possibilidades de investimentos de acordo com o prazo de maturação e rentabilidade esperada que encaixam no seu perfil.

 

Curto prazo – Até 1 ano e 3 meses

Para aquisição ou conquistas concretizadas em curto espaço de tempo, como um carro, imóvel ou oportunidade inesperada.

Como o recurso está programado para ser usado rapidamente, precisa de ativos que o proteja sem risco de perdas.

Eles são mais conservadores, com baixa volatilidade, alta liquidez e seu principal objetivo é garantir que o recurso investido não perca valor. CDB´s, LCI, LCA, tesouro direto, fundos de DI, debênture são opções de investimentos adequadas para esse período de tempo.

 

Médio Prazo – Entre 1,3 até 4 anos

O alvo está mais no futuro, sem necessariamente, estar atrelado a um sonho específico, mas na maturação do investimento.

Esse não é para ser resgatado às pressas, ou seja, não tem liquidez imediata. Aceita variações de rentabilidade, oscilando entre o positivo e negativo, em busca do desempenho no longo do prazo.

As estratégias passam por projeções de diferentes cenários macroeconômicos, além de análises fundamentalistas que avaliam os níveis de preços dos ativos, como a taxa de juros, câmbio e bolsa, não só do mercado nacional, mas de outros mercados também.

Nesse grupo destacam-se os fundos de multimercados, fundos de long and shorts, fundos de arbitragens, fundos quantitativos, fundos macros e fundos total returns.

 

Longo prazo – Supera 5, 10, 20 e até 30 anos

A expectativa do uso do capital está distante. Como a aplicação para sucessão patrimonial, ganhos para aposentadoria, investimentos no desenvolvimento dos herdeiros.

A diversificação é o grande aliado para a maximização da rentabilidade e redução dos riscos para aplicar o recurso, sem espaço para ações intempestivas diante de pequenas perdas momentâneas.

Opções com volatilidade maiores, outras com baixa liquidez ou até os ativos alternativos fazem parte dessa cesta de aplicações, como ações, fundos de ações, fundos imobiliários, fundos de participações e fundos private equity.

 

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O melhor resultado da alocação de acordo com tempo é quando o investimento tem uma parcela em cada horizonte. Quer saber mais e conhecer oportunidades do mercado para a alocação dos seus recursos? Converse com o nosso time de assessores.

Como saber a hora de vender uma ação?

Ações são investimentos de longo prazo com volatilidade alta e é preciso reavaliar suas escolhas com constância. Saber a hora certa de vender uma ação depende da análise de diversos fatores. Confira abaixo cinco pontos de atenção que, com certeza, te ajudarão a tomar a melhor decisão.

 

1 – Balanços trimestrais

É importante acompanhar as divulgações financeiras e societárias da empresa da qual você comprou a ação; esse acompanhamento deve ser feito no site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Pontos de alerta: resultados estagnados ou queda de performance, sem ganho de participação de mercado há algum tempo e sem aumento de distribuição de dividendos – uma sequência de três a cinco trimestres negativos em relação ao trimestre anterior e em relação aos seus pares.

 

2 – “Preço-justo”

O momento da compra é identificado por um estudo que avalia quanto aquela ação deveria valer – estando abaixo do preço considerado justo, espera-se lucrar com a sua valorização. Uma vez alcançado o preço almejado, é o momento de vender ou de, pelo menos, reavaliar o investimento – o “preço-justo” pode mudar desde o momento da compra e talvez o ativo ainda tenha potencial de valorização.

 

3 – Andamento do setor

O setor da empresa da qual você adquiriu a ação e o ciclo econômico em que ela está inserida são pontos de observação fundamentais para entender se um desempenho está realmente acima da média. Se, por exemplo, a companhia caiu 10% e o setor caiu 30%, ela performou melhor. Em relação aos ciclos econômicos, se, por exemplo, é esperado que uma empresa tenha bom desempenho em períodos de crescimento da economia e isso não está acontecendo ou a performance segue consistentemente abaixo da concorrência, talvez já tenha passado da hora de vender a ação.

 

4 – Múltiplos e indicadores

Nenhum múltiplo entrega sozinho a análise completa de uma empresa ou ação. Eles devem ser usados junto a outros parâmetros de decisão de investimentos, como outros múltiplos e indicadores de análise fundamentalista.
Entre os principais, três deles fazem uma relação entre valor de mercado e medidas contábeis:

 

5 – Queda livre

Fez todas as avaliações das ações do seu portfólio e concluiu que um ativo está definitivamente em queda livre? Às vezes, infelizmente, o melhor é assimilar o prejuízo antes que ele se torne ainda maior, corroendo os ganhos de suas outras aplicações.

É preciso entender que o investidor de sucesso também erra; mas, na média, acerta mais do que erra – quando ganha, ganha muito, e quando perde, perde pouco. O recomendado é que você estipule uma perda máxima, que é determinada pelo seu perfil de investidor.

 

Quer incluir ações na diversificação do seu portfólio? O primeiro passo é conhecer o seu perfil de investidor. Converse com um de nossos assessores.

Fonte: Valor Investe

Cinco armadilhas no caminho do investidor

No mundo dos investimentos, desinformação e aspectos emocionais e psicológicos, bem como outros fatores, podem te levar a cometer vários erros ao investir seu dinheiro. Cuidado com as armadilhas! Listamos cinco para que você fique atento e possa evitá-las. Confira abaixo.

  1. Não diversificar a carteira

Ao concentrar seu dinheiro em um ativo, você fica vulnerável à oscilação de um  único investimento. Quando diversifica a portfólio, amplia as oportunidades, diluindo o risco de perda e aumentando as chances de bons resultados. Lembre-se: todo investimento está sujeito ao risco de mercado, mesmo os mais seguros.

  1. Não saber o seu perfil de investidor

Uma boa carteira de investimentos começa com a identificação do seu perfil de investidor. São características individuais, objetivos, recursos e tolerância ao risco que determinam o que é mais indicado para cada um. Como dizemos sempre: não existe o melhor investimento; existe o seu.

  1. Ser impaciente

Por trás de toda carteira de investimentos, existe uma estratégia. É preciso respeitar o prazo para o qual foi planejada. A volatilidade faz parte do caminho rumo aos seus objetivos e a paciência é sua aliada. Movimentações sem análise prévia podem gerar perdas desnecessárias.

  1. Achar que aplicar em bancos é a única opção

A falta de conhecimento na hora de investir pode te dar uma falsa sensação de segurança nos bancos, reforçada por talvez anos de relacionamento com o gerente da sua conta em alguma instituição financeira. É provável que você não saiba que é comum os bancos concentrarem os seus recursos em investimentos próprios com altas taxas e baixos rendimentos; e que o trabalho do seu gerente não é dedicado à manutenção da proporção ideal dos diferentes ativos dentro da sua carteira (rebalanceamento) – são inúmeras as atribuições administrativas e contas de clientes a ocupá-lo no dia a dia.

  1. Não ter uma orientação especializada

Não existe fórmula do sucesso financeiro, mas existe orientação especializada e personalizada para que seus objetivos sejam alcançados. É preciso mapear o mercado, bem como acompanhá-lo, para que as melhores oportunidades pra você estejam sempre no seu caminho. As oscilações, que envolvem diversos fatores econômicos e sociais, exigem dedicação, conhecimento e experiência para a tomada de decisões assertivas. Investir sem conhecer e sem orientação de quem conhece é se expor a um risco que provavelmente você, investidor iniciante, não quer estar exposto.

Aonde você quer chegar? Conte com a nossa assessoria para chegar lá. Abra a sua conta na Philos e converse com um de nossos assessores.

De olho no futuro: 5 investimentos para a aposentadoria

Ter um plano para garantir renda extra no futuro é sempre um bom negócio. E nunca é cedo para começar. Seja qual for o seu perfil de investidor, profissão, idade e disponibilidade financeira, há diversas opções de investimentos para conquistar a sonhada tranquilidade na aposentadoria. A previdência privada é a mais conhecida e buscada, mas não é a única – e para quem busca maior rentabilidade, não será a melhor opção.

Veja a seguir cinco dos investimentos mais indicados pela nossa assessoria para você que pensa no longo prazo:

1 – Previdência Privada

Ótima alternativa de investimento recorrente – a contribuição mensal é a mais comum. Com características essencialmente de longo prazo e benefício tributário, os planos disponíveis permitem o recebimento dos recursos de forma integral ou periódica ao fim do período de contribuição.

2 – Tesouro Direto

Título público pós-fixado, cujo rendimento varia de acordo com a soma das taxas de juros que foram prefixadas e a variação inflacionária durante o tempo que os recursos permaneceram alocados. Você pode escolher entre prazos variados, como 20 ou 40 anos.  Trata-se de um investimento seguro e não há perda do poder de compra já que está indexado à inflação.

3 – LCI e LCA

Ativos de renda fixa de crédito imobiliário e agropecuário, respectivamente. Ambos costumam ter rendimento próximo do CDI e são considerados de baixo risco, recomendados para a diversificação da carteira. Também não têm incidência de taxas (IR) e são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

4 – Fundos de Investimento

Existe uma variedade de fundos – ações, previdenciários, multimercados e imobiliários, entre outros – com metas e políticas pré-definidas. A rentabilidade é dividida entre  os cotistas, proporcionalmente ao investimento de cada um. Para investir nessa modalidade, você paga taxa de administração e de performance. E embora existam as opções de curto prazo, são as de longo prazo que indicamos para compor a aposentadoria – as alíquotas relativas ao IR diminuem à medida que se estende o tempo de alocação do investimento.

5 – Debêntures

Você investe em títulos de dívida privada e, em troca, terá o direito de receber o valor investido acrescido de uma remuneração do emissor no vencimento ou em parcelas semestrais/anuais. Com exceção das incentivadas (são isentas da cobrança de IR), as debêntures seguem tabela regressiva de IR, que varia conforme o tempo de alocação dos recursos. O tipo de rendimento (pre ou pós-fixado), as taxas, o vencimento, o investimento mínimo e as garantias variam conforme o papel. Em relação à rentabilidade, algumas são híbridas – rendimento fixo acrescido de uma taxa como o IPCA, garantindo aumento de seu poder de compra. Não há a proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) e há o risco de crédito da empresa.

 

Quer saber mais sobre essas e outras opções para montar a carteira ideal mirando na aposentadoria? Entre em contato com a nossa assessoria, somos especialistas em investimentos.