O melhor momento para vender uma ação

Ações são investimentos de longo prazo com volatilidade alta e é preciso reavaliar suas escolhas com constância. Saber a hora certa de vender uma ação depende da análise de diversos fatores. Confira abaixo cinco pontos de atenção que, com certeza, te ajudarão a tomar a melhor decisão.

 

1 – Balanços trimestrais

É importante acompanhar as divulgações financeiras e societárias da empresa da qual você comprou a ação; esse acompanhamento deve ser feito no site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários).

Pontos de alerta: resultados estagnados ou queda de performance, sem ganho de participação de mercado há algum tempo e sem aumento de distribuição de dividendos – uma sequência de três a cinco trimestres negativos em relação ao trimestre anterior e em relação aos seus pares.

 

2 – “Preço-justo”

O momento da compra é identificado por um estudo que avalia quanto aquela ação deveria valer – estando abaixo do preço considerado justo, espera-se lucrar com a sua valorização. Uma vez alcançado o preço almejado, é o momento de vender ou de, pelo menos, reavaliar o investimento – o “preço-justo” pode mudar desde o momento da compra e talvez o ativo ainda tenha potencial de valorização.

 

3 – Andamento do setor

O setor da empresa da qual você adquiriu a ação e o ciclo econômico em que ela está inserida são pontos de observação fundamentais para entender se um desempenho está realmente acima da média. Se, por exemplo, a companhia caiu 10% e o setor caiu 30%, ela performou melhor. Em relação aos ciclos econômicos, se, por exemplo, é esperado que uma empresa tenha bom desempenho em períodos de crescimento da economia e isso não está acontecendo ou a performance segue consistentemente abaixo da concorrência, talvez já tenha passado da hora de vender a ação.

 

4 – Múltiplos e indicadores

Nenhum múltiplo entrega sozinho a análise completa de uma empresa ou ação. Eles devem ser usados junto a outros parâmetros de decisão de investimentos, como outros múltiplos e indicadores de análise fundamentalista.
Entre os principais, três deles fazem uma relação entre valor de mercado e medidas contábeis:

 

5 – Queda livre

Fez todas as avaliações das ações do seu portfólio e concluiu que um ativo está definitivamente em queda livre? Às vezes, infelizmente, o melhor é assimilar o prejuízo antes que ele se torne ainda maior, corroendo os ganhos de suas outras aplicações.

É preciso entender que o investidor de sucesso também erra; mas, na média, acerta mais do que erra – quando ganha, ganha muito, e quando perde, perde pouco. O recomendado é que você estipule uma perda máxima, que é determinada pelo seu perfil de investidor.

 

Quer incluir ações na diversificação do seu portfólio? O primeiro passo é conhecer o seu perfil de investidor. Converse com um de nossos assessores.

Fonte: Valor Investe

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