conheça a nova opção de investimento para o seu fgts

Você aplicou o seu FGTS na FMP da Eletrobrás? A partir do dia 14/12/2022, o investidor que aplicou nesse Fundo Mútuo de Privatização, poderá optar por entrar em outros fundos mútuos, não sendo mais um fundo de “mono ação” a única opção.

Importância da diversificação

 

Em um estudo realizado no mês de maio pela XP, a corretora apresentou que compensava investir parte dos recursos do FGTS em FMP. Com mais de 20 anos de histórico, o estudo mostra que investidores que deixaram seus recursos investidos apenas no FGTS, que corrige a uma taxa de 3% ao ano + TR, tiveram um retorno acumulado de 136% contra 2.235% para os investidores que investiram 50% do seu saldo em um FMP simulado de ações da Vale, e 649,36% para os que investiram 50% do saldo em um FMP simulado de ações da Petrobras – opções oferecidas pelo mercado.

De certo que diferentemente do comportamento linear do rendimento do FGTS, o investimento em FMP de ações dessas empresas (Petro e Vale) trouxe oscilações ao saldo do FGTS dos investidores que optaram por usar 50% dele para investir nos FMPs disponíveis na época. Porém notadamente foram obtidos retornos acima do valor comparativo de quem só deixou os recursos no FGTS.

Entretanto, essas são duas opções de FMPs do tipo “mono ação”. Com a nova modalidade FMP Carteira Livre disponível, espera-se que os efeitos da diversificação da carteira dos FMPs sejam refletidos nos resultados.

 

Tipos de FMP e oportunidades de migração

 

Além dos FMPs mono ativos da Vale, Petrobrás e Eletrobrás existentes, os novos Fundos Mútuos de Privatização serão os primeiros da XP do tipo “carteira livre”, veja a diferença entre eles:

  • FMP ORIGEM: criado com base nos papéis de empresas em processo de privatização. A sua estratégia é ter no mínimo 90% nas ações da empresa em questão e até 10% em renda fixa. Nesta modalidade os recursos são alocados diretamente do FGTS;
  • FMP MIGRAÇÃO: Assim como a modalidade “Origem”, é um “mono ativo”, já que segue a regra de ter no mínimo 90% da carteira em uma única ação, o que faz com que o risco dele esteja concentrado na performance de uma determinada ação. Os recursos não são alocados diretamente do FGTS, mas sim de outro FMP, respeitada a carência de migração que é de 6 meses;
  • FMP CARTEIRA LIVRE: sua alocação não se limita a um único ativo específico, ficando sob a responsabilidade de um gestor constituir uma carteira diversificada de ações com exposição também a renda fixa (caixa), que deve ser de até no máximo 49%. Na parcela em ações também pode alocar em fundos de índices e até mesmo usar derivativos para montar proteções à carteira. Para investir nessa modalidade o investidor precisa já ter recursos investidos em FMPs, seja do tipo “Origem” ou “Migração”, desde que respeite o prazo mínimo de carência de 6 meses para solicitar a portabilidade.

 

Você aplicou o seu FGTS em uma FMP? Quer avaliar os fundos de investimentos liberados para aportar seus recursos? Entre em contato com o nosso time de assessores de investimentos especialistas e descubra as oportunidades disponíveis para você.

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